Filme que recria a atmosfera da vida de Marcello Mastroianni, um dos maiores atores do mundo, em que arte e carreira se misturavam: foram 150 filmes em 48 anos, em meio a amigos, amantes e histórias. O título celebra o filme feito em 1960 por Fellini, A Doce Vida, que popularizou Marcello. Protagonista de outros tantos clássicos como O Belo Antonio (Mauro Bolognini, 1960); Um Dia Muito Especial (Ettore Scola, 1977); Fellini Oito e Meio (1963) e Matrimônio à Italiana (Vittorio de Sica, 1964) alguns destes seus inúmeros trabalhos são comentados por diretores - muitos, como Fellini, Visconti e Zurlini, através de entrevistas. São eles quem comentam a mania insana de Mastroianni de falar no telefone e sua lendária preguiça. O próprio Mastroianni conta histórias sobre si mesmo. O mundo do charme, da sedução e da beleza perdeu muito quando o ator - que nunca ganhou um Oscar, mas foi premiado em Cannes - morreu em 1996.